Eu quero ser

dezembro 2, 2008

Sempre quis ser jogador de futebol. Ou melhor, na verdade, sempre quis mesmo é ser motorista de ônibus. Mas não podia ser um ônibus qualquer.

Tinha que ser um ônibus de viagem. Imaginava uma vida boa, andando Brasil afora, viajando a trabalho. Imaginava que poderia viver disso para sempre.

Dirigir minha vida de acordo com os rumos da estrada. Pisar no freio quando desse na telha e escolher o melhor caminho, tudo sem pressa.

onibus

Descobri que eu estava viajando. Meninos de quatro, cinco anos não sonham ser motoristas de ônibus.

Sonham ser jogadores de futebol, médicos ou engenheiros.

Quando optei pelo futebol, já estava meio grandinho demais. Havia estourado o meu tempo.

Ser médico nem passou pela cabeça. Tenho fobia a sangue.

Para engenheiro, não tinha vocação. Faltava paciência para terminar um castelinho de areia. Um prédio, uma casa de verdade, não iriam além do alicerce.

Acabei sem opções na vida. E eis que, hoje, não sei o que eu quero ser. Mas tenho cada ideia…

Por Breiller Pires

O dono da bola

novembro 27, 2008

Por Fernanda Cristo
http://cantigasquasederoda.blogspot.com

O jogo começa com seu Vaner na lateral direita, dona Rosina no canto esquerdo, vão avançando pro meio de campo, se aproximando da grande área e goool! Ou melhor, Breiller! Capitão do Casa Verde Futebol e Gaivotas, camisa 8.

 

Ele grita com o time, manda avançar e só vai ficar satisfeito quando a rede estiver balançando.

 

Pra essa temporada, o Casa Verde providenciou um novo uniforme verde-grená, mas fora de campo o Breiller só veste branco, preto e vermelho – as cores de seu outro time do coração. Afinal, “verde é cor de grama”.

 

Agora ele vai em busca do tricampeonato, olha pra torcida, pede pra gritarem mais alto. Se irrita com o juiz e opa! Foi expulso no jogo de estréia!

 

Mas não desanima, não. Ele já esteve afastado da quadra por causa de umas contusões e vai continuar apoiando o time, mandando o pessoal chutar pra frente.

 

 

E deu intervalo, o Breiller ta ali no canto da quadra, se refrescando com um Guarapan, dando instruções pro grupo.

 

E o balanço que a gente faz até agora é que o jogo ta equilibrado, o Breiller ta dando o melhor de si e vem conquistando a torcida. Já ganhou até troféu de mais simpático da sala.

 

Engraçado que ele só fica nervoso na hora do jogo. Fora da quadra é um cara tranqüilo, na dele. Apesar de ter nascido com nome de jogador de futebol, o Breiller já fez “esportes de raquete”, na Educação Física.

 

Também esteve nos Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro, ajudando na cobertura de imprensa – e dizem que escreve muito bem.

 

Enfim, ele pode até não ganhar esse campeonato, mas já ganhou a admiração de muita gente com seu jeito sossegado e sua competência, dentro e fora de campo.

Oi de novo, mundo!

setembro 11, 2008

Em breve – ou algum dia – vou postar coisas por aqui. Nada de futebol, tudo de mim? Podemos tentar…

No profile, o porquê do meu nome: B-R-E-I-L-L-E-R.

Enquanto isso, continuo firme no Rola Blog.

Saludos!